quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Relato da cursista Adriana Alves Ferreira

Minha experiência com a leitura começou assim que fui alfabetizada, como minha mãe e minha irmã mais velha liam muito, quando aprendi a ler foi uma coisa natural. Tínhamos como hábito toda semana, levadas pela minha mãe, ir à biblioteca, e ela nos deixava a vontade para escolhermos qual seria nossa leitura, só dando o aval se aquele livro escolhido era condizente com a nossa idade. E assim foi até termos idade suficiente para irmos sozinhas a biblioteca.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Relato da cursista Debora  Aparecida  da silva
Minhas experiências com a leitura começaram desde a infância. Meus pais sempre me estimularam à leitura me apresentando livros e revistas infantis, dando a possibilidade de conhecer um mundo cheio de colorido e recheado com muita imaginação. Lembro-me dos livros de contos de fadas e revistas do menino maluquinho que lia com imensa curiosidade e satisfação.
Este incentivo veio a contribuir no meu desenvolvimento como ser humano e cidadão participativo na sociedade. Por isso, concordo plenamente com o depoimento Marilena Chauí - Professora de Filosofia da USPque em um dos trechos falou: “no esplendor do livro porque ele abre para mundos novos, ideias e sentimentos novos, descobertas sobre nós mesmos, os outros e a realidade”.
Este estimulo contribuiu para a minha formação como ser humano e cidadão participativo na sociedade.


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Relato de Joelma da Silva


Minha experiências com a leitura começou um pouco tarde pois meus pais não terminaram os estudos  e livros não era um material tão assecivel em minha casa.
Quando estava cursando a quarta série  minha amiga , ganhou de seu pai uma coleção do Monteiro Lobato e  ela trouxe  para  a escola.  Fiquei feliz quando ela permitiu  foliar as páginas desse livro e ler as  histórias, pois naquele tempo passava  na rede globo o Sítio do Pica-pau Amarelo.
A  partir dai  nos duas começamos a brincar de autoras de história infantis e escrevemos vários textos. Mas como naquele tempo nossa professora não incentivou  a continuarmos a " brincar" foi uma brincadeira que com o tempo deixamos de lado.
Depois disso só voltei a ler um livro com 16 anos  que foi : Cristiane F , me interessei pela leitura  porque falava da vida de uma adolescente que vivenciou  várias situações 'complicadas 'e através da leitura imaginava como poderia ser a vida dessa moça.
Ao entrar pela  segunda vez no mundo mágico da leitura decidi continuar a ler outros livros.
E sabendo da importancia da leitura apresntei aos meus filhos esse  mundo desde pequenos.
Compreendi  que é uma ferramenta que auxilia no aprendizado  das crianças para que passem da fase  da garatuja para a escrita e consequentemente se tornarem  alfabetizados.

Relato da Tatiana Melnyky Bandoni Giardi
Nunca tive incentivo nenhum de leitura quando pequena nem em casa e nem na escola.
Descobri o gosto pela leitura já no ensino médio, mas pelas minha próprias vontades e curiosidades.
Por isso, volto a dizer que devemos sempre está incentivando nossos alunos desde sempre.....
Abraços


Relato das Cursista Alexsandra de Abreu Janebro LUna ,

Relato da cursista Alesandra de Abreu Janebro Luna
Minhas primeiras experiências com os livros...

Nos primeiros anos escolares, meus pais sempre me levavam à biblioteca perto de nossa casa, eu ia contrariada, ás vezes até chorava pra não ir até lá... Gostava de escolher livros com várias ilustrações e bem fininhos. Com o tempo, fui me acostumando com essa rotina, até que então, fui me envolvendo prazerosamente com a leitura.
Lembro-me, que tinha um caderno de anotações, onde gostava de inventar longas histórias, algumas delas não faziam sentido algum, mas era divertido brincar com as palavras e com os personagens.
A primeira vez que me deparei, com o dilema: o que quero ser quando crescer?
De pronto, respondi:
_Quero ser escritora de livros infantis!
 Infelizmente, com o tempo, e com desenvolvimento da adolescência, as historinhas que gostava de escrever, foram dando lugar às rotinas da vida adulta, que volta e meia recordo, com muita saudade e nostalgia, quando a única obrigação que possuía, era imaginar um mundo encantado.
Hoje, agradeço aos meus pais, pelo incentivo e prática da leitura, que intensamente tornaram minha infância mais interessante e repleta de fantasias lúdicas.