Minha experiência com a leitura começou assim que fui alfabetizada, como minha mãe e minha irmã mais velha liam muito, quando aprendi a ler foi uma coisa natural. Tínhamos como hábito toda semana, levadas pela minha mãe, ir à biblioteca, e ela nos deixava a vontade para escolhermos qual seria nossa leitura, só dando o aval se aquele livro escolhido era condizente com a nossa idade. E assim foi até termos idade suficiente para irmos sozinhas a biblioteca.
Bem Vindo ao nosso blog Este blog foi criado durante o curso de formação a distância de educadores - Melhor Gestão, Melhor Ensino. Oferecido pela SEE/SP, visando a melhoria da educação no Estado de São Paulo com foco na competência leitora escrita. Os relatos mencionados são uma socialização e participação mais efetiva de nossas práticas atuais que envolvem a leitura e a escrita em diversos contextos e situações que compõem nossa docência.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Relato da cursista Debora
Aparecida da silva
Minhas experiências com a leitura começaram desde a infância.
Meus pais sempre me estimularam à leitura me apresentando livros e revistas
infantis, dando a possibilidade de conhecer um mundo cheio de colorido e
recheado com muita imaginação. Lembro-me dos livros de contos de fadas e
revistas do menino maluquinho que lia com imensa curiosidade e satisfação.
Este
incentivo veio a contribuir no meu desenvolvimento como ser humano e cidadão participativo
na sociedade. Por isso, concordo
plenamente com o depoimento Marilena Chauí - Professora
de Filosofia da USPque em um dos trechos falou: “no
esplendor do livro porque ele abre para mundos novos, ideias e sentimentos
novos, descobertas sobre nós mesmos, os outros e a realidade”.
Este
estimulo contribuiu para a minha formação como ser humano e cidadão
participativo na sociedade.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Relato de Joelma da Silva
Minha experiências
com a leitura começou um pouco tarde pois meus pais não terminaram os estudos
e livros não era um material tão assecivel em minha casa.
Quando estava
cursando a quarta série minha amiga , ganhou de seu pai uma coleção do
Monteiro Lobato e ela trouxe para a escola. Fiquei
feliz quando ela permitiu foliar as páginas desse livro e ler as
histórias, pois naquele tempo passava na rede globo o Sítio do
Pica-pau Amarelo.
A partir dai
nos duas começamos a brincar de autoras de história infantis e escrevemos
vários textos. Mas como naquele tempo nossa professora não incentivou a
continuarmos a " brincar" foi uma brincadeira que com o tempo
deixamos de lado.
Depois disso só
voltei a ler um livro com 16 anos que foi : Cristiane F , me interessei
pela leitura porque falava da vida de uma adolescente que vivenciou
várias situações 'complicadas 'e através da leitura imaginava como
poderia ser a vida dessa moça.
Ao entrar pela
segunda vez no mundo mágico da leitura decidi continuar a ler outros
livros.
E sabendo da
importancia da leitura apresntei aos meus filhos esse mundo desde
pequenos.
Compreendi que
é uma ferramenta que auxilia no aprendizado das crianças para que passem
da fase da garatuja para a escrita e consequentemente se tornarem
alfabetizados.
Relato da Tatiana Melnyky Bandoni Giardi
Nunca tive incentivo nenhum de leitura
quando pequena nem em casa e nem na escola.
Descobri o gosto pela leitura já no
ensino médio, mas pelas minha próprias vontades e curiosidades.
Por isso, volto a dizer que devemos
sempre está incentivando nossos alunos desde sempre.....
Abraços
Relato das Cursista Alexsandra de Abreu Janebro LUna ,
Relato da
cursista Alesandra de Abreu Janebro Luna
Minhas
primeiras experiências com os livros...
Nos primeiros anos escolares,
meus pais sempre me levavam à biblioteca perto de nossa casa, eu ia
contrariada, ás vezes até chorava pra não ir até lá... Gostava de escolher
livros com várias ilustrações e bem fininhos. Com o tempo, fui me acostumando
com essa rotina, até que então, fui me envolvendo prazerosamente com a leitura.
Lembro-me, que tinha um caderno
de anotações, onde gostava de inventar longas histórias, algumas delas não
faziam sentido algum, mas era divertido brincar com as palavras e com os personagens.
A primeira vez que me deparei,
com o dilema: o que quero ser quando crescer?
De pronto, respondi:
_Quero ser escritora de livros
infantis!
Infelizmente, com o
tempo, e com desenvolvimento da adolescência, as historinhas que gostava de
escrever, foram dando lugar às rotinas da vida adulta, que volta e meia
recordo, com muita saudade e nostalgia, quando a única obrigação que possuía,
era imaginar um mundo encantado.
Hoje, agradeço aos meus pais,
pelo incentivo e prática da leitura, que intensamente tornaram minha infância
mais interessante e repleta de fantasias lúdicas.
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