Relato de Joelma da Silva
Minha experiências
com a leitura começou um pouco tarde pois meus pais não terminaram os estudos
e livros não era um material tão assecivel em minha casa.
Quando estava
cursando a quarta série minha amiga , ganhou de seu pai uma coleção do
Monteiro Lobato e ela trouxe para a escola. Fiquei
feliz quando ela permitiu foliar as páginas desse livro e ler as
histórias, pois naquele tempo passava na rede globo o Sítio do
Pica-pau Amarelo.
A partir dai
nos duas começamos a brincar de autoras de história infantis e escrevemos
vários textos. Mas como naquele tempo nossa professora não incentivou a
continuarmos a " brincar" foi uma brincadeira que com o tempo
deixamos de lado.
Depois disso só
voltei a ler um livro com 16 anos que foi : Cristiane F , me interessei
pela leitura porque falava da vida de uma adolescente que vivenciou
várias situações 'complicadas 'e através da leitura imaginava como
poderia ser a vida dessa moça.
Ao entrar pela
segunda vez no mundo mágico da leitura decidi continuar a ler outros
livros.
E sabendo da
importancia da leitura apresntei aos meus filhos esse mundo desde
pequenos.
Compreendi que
é uma ferramenta que auxilia no aprendizado das crianças para que passem
da fase da garatuja para a escrita e consequentemente se tornarem
alfabetizados.
Quando criança não gostava de ler e foi na 5ª série que aprendi a ter o gosto pela leitura,pois, minha professora de Língua Portuguesa indicava livros infantis para melhorarmos na leitura e escrita. Então de lá para cá sempre que tenho tempo gosto de ler e instigar meus alunos a leitura. Conversamos sempre quando eles pegam livros na biblioteca da escola, muitos gostam da turma da Mônica jovem e os mangas (são sempre muitos disputados).Outros gostam de romances, mas sempre estão lendo. Nas aulas, tento fazer com que eles alem de lerem o que gostam também pesquisem na internet o que foi discutido em sala por é interessante eles aproximarem o “falado” em sala de aula com sua realidade em casa. A leitura transforma os adolescentes em adultos críticos e participativos sem medo do que vão comentar, pois estão prontos para debater sobre o assunto que leram ou pesquisaram dento de sua realidade, tanto na escola como no mundo lá fora. izabel
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